A reserva de emergência é o dinheiro guardado para atravessar um imprevisto sem pegar crédito caro: uma demissão, um problema de saúde, o carro que quebra na semana do aluguel. Informe quanto custa o seu mês, o tipo de renda e quanto consegue separar, e veja qual deve ser a sua meta e em quanto tempo você chega lá.
Revisado em 25/09/2026.
Calcula o tamanho da reserva que faz sentido para você, com base no que custa um mês da sua vida e na estabilidade da sua renda, e mostra em quanto tempo você chega lá guardando o que consegue por mês.
- 1Informe seus gastos essenciais por mês: moradia, contas, mercado, transporte e saúde.
- 2Escolha como é a sua renda: servidor ou aposentado, carteira assinada, ou autônomo e renda variável.
- 3Informe quanto já tem guardado e quanto consegue guardar por mês, e clique em Calcular a minha reserva.
Dica: se ainda tem dívida cara em aberto, a reserva começa pequena, de um mês, e cresce depois da quitação.
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Calcule a sua reserva de emergência
Resultado
Informe quanto custa o seu mês, o tipo de renda e quanto consegue guardar para ver a meta da reserva e em quanto tempo você chega lá.
Como calculamos
A meta é o seu gasto essencial mensal multiplicado por um número de meses que depende da estabilidade da renda: 3 meses para servidores e aposentados, cuja renda raramente é interrompida; 6 meses para quem trabalha com carteira assinada, que em caso de demissão conta com verbas rescisórias e seguro-desemprego por um período; e 12 meses para autônomos, MEIs e quem tem renda variável, que não têm essa proteção. Quando outras pessoas dependem só da sua renda, somamos mais 3 meses. Esses prazos são uma referência didática usada em educação financeira, e não uma regra oficial.
O tempo até a meta é a diferença entre a meta e o que você já tem, dividida pelo valor que consegue guardar por mês, arredondada para cima. Para manter a conta conservadora, não consideramos rendimento nem inflação. Por isso o resultado serve como ordem de grandeza e ponto de partida, e vale refazer a simulação quando a sua renda ou os seus gastos mudarem.
Fontes
- Banco Central do Brasil. Caderno de Educação Financeira: Gestão de Finanças Pessoais, módulos 2 e 3, sobre formação de poupança e reserva para emergências como forma de evitar o endividamento.
- Ministério do Trabalho e Emprego. Seguro-desemprego, regras de acesso e número de parcelas para o trabalhador com carteira assinada.